Benefícios do R&D as a Service para a indústria

R&D as a Service reduz custos fixos e acelera o time-to-market. Veja como a terceirização estratégica destrava a inovação nas indústrias.
Benefícios do R&D as a Service para a indústria

O R&D as a Service separa quem lança tendências de quem corre atrás do prejuízo. 

Inovar não é mais opção, é questão de sobrevivência. Especialmente para quem atua no setor alimentício, de bebidas, de combustíveis ou no setor agro, a pressão por novos ingredientes, processos sustentáveis e eficiência produtiva é constante. 

Mas como manter esse ritmo sem inflar os custos fixos da operação?

A resposta que as empresas encontraram está na Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) como Serviço, em inglês R&D as a Service, a terceirização estratégica. Modelo esse que tira o peso da infraestrutura interna e traz agilidade para o lançamento de novos produtos.

O que é R&D as a Service e como ele impulsiona a biotecnologia aplicada à indústria?

O R&D as a Service é um modelo de contratação no qual a indústria delega etapas, ou todo o processo, de pesquisa e inovação para um parceiro, como a BIOINFOOD

Ao invés de construir laboratórios ou infraestrutura e contratar profissionais fixos, você contrata a inteligência e a infraestrutura sob demanda.

Na prática, a estratégia possibilita acesso a tecnologias de ponta em biotecnologia, como fermentação de precisão e desenvolvimento de novos bioprocessos, sem o ônus do investimento inicial (CapEx). 

É a forma mais acessível de aplicar ciência complexa à indústria com flexibilidade.

Por que a inovação interna tradicional tem se tornado um gargalo para a indústria?

Muitas empresas ainda tentam fazer tudo “dentro de casa”. O problema é que a inovação tradicional interna esbarra em barreiras burocráticas e financeiras. Montar um laboratório moderno exige equipamentos caros que, muitas vezes, ficam ociosos.

Além disso, encontrar e reter talentos especializados (PhDs e engenheiros de bioprocessos) é difícil e oneroso. Isso torna o processo lento. Enquanto a equipe interna ainda está cotando equipamentos, o concorrente que usa R&D as a Service já está testando o protótipo. 

O modelo tradicional, pesado e lento em relação à terceirização, virou um gargalo que trava a competitividade, especialmente em mercados dinâmicos como o de biocombustíveis e ingredientes.

Quais são as vantagens financeiras e operacionais da terceirização estratégica de P&D?

A principal vantagem é transformar custo fixo em variável. Ao optar pela terceirização, você elimina a necessidade de imobilizar capital em ativos que depreciam rapidamente. O investimento vai direto para o resultado do projeto.

Operacionalmente, os benefícios são claros:

  • Flexibilidade; você pode acelerar ou pausar projetos conforme a demanda de mercado, sem demissões ou contratações demoradas.
  • Foco no Core Business; sua equipe foca na estratégia de vendas e distribuição, enquanto os especialistas técnicos resolvem os desafios científicos.
  • Mitigação de riscos: se uma tecnologia não funcionar, o custo de “falhar rápido” é muito menor do que em uma estrutura própria.

Como a expertise externa acelera o “Time-to-Market” de novos bioprocessos e produtos?

Tempo é dinheiro. No modelo de serviço, você acessa uma equipe que já possui o know-how pronto. Não há curva de aprendizado. Um parceiro em biotecnologia já conhece os atalhos para otimizar um bioprocesso ou escalar uma formulação, o que  reduz o Time-to-Market.

Projetos que levariam meses podem ser concluídos em menor tempo com parceiros que respiram inovação dia e noite. 

Para o setor alimentício, chegar primeiro com um novo ingrediente clean label, por exemplo, ou um produto plant-based pode definir a liderança da categoria.

O que avaliar ao escolher um parceiro de P&D

Nem todo laboratório é um parceiro. Para escolher quem vai cuidar do futuro da sua empresa, avalie:

  1. Infraestrutura – eles têm capacidade de bancada e know-how para escalonamento?
  2. Equipe – quem são os profissionais? Eles têm experiência de mercado ou apenas acadêmica?
  3. Agilidade – o parceiro entende o ritmo da indústria ou trabalha no tempo da universidade?
  4. Fit Cultural – eles entendem a dor do seu negócio?

Na BIOINFOOD, unimos rigor científico com visão de negócios para entregar soluções que param em pé financeiramente.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Como fica a propriedade intelectual em projetos estratégicos de P&D terceirizado? A BIOINFOOD adota uma política de propriedade intelectual (PI) simples, transparente e flexível. A estratégia de PI é definida caso a caso, em conjunto com o cliente, considerando o modelo de negócio, o grau de envolvimento das partes e os objetivos comerciais do projeto. Dependendo do escopo, o arranjo pode incluir cotitularidade ou titularidade exclusiva, direitos de exploração comercial exclusiva ou não exclusiva, bem como diferentes modelos de remuneração, como success fee, royalties ou a transferência total dos direitos comerciais sobre a tecnologia desenvolvida.

A terceirização de P&D é viável para startups ou apenas para grandes indústrias? Sim, é viável e estratégica para empresas de todos os tamanhos, de startups a grandes indústrias. O escopo de cada projeto é ajustado à expectativa de investimento, ao nível de risco aceitável e à velocidade desejada, permitindo que cada parceiro utilize a plataforma de P&D da BIOINFOOD de forma proporcional às suas necessidades e maturidade tecnológica.

É possível terceirizar apenas uma etapa do desenvolvimento (como escalonamento) ou precisa ser o projeto todo? Não é necessário contratar o projeto completo. Por meio da plataforma DeepY, a BIOINFOOD pode atuar de forma modular em todas as etapas do desenvolvimento de uma solução em biotecnologia, desde a ideação até a industrialização e comercialização. Projetos em estágio inicial podem focar na avaliação de viabilidade técnica ou na construção de provas de conceito (PoC), apoiando decisões estratégicas de avanço. Por outro lado, soluções com maior maturidade tecnológica podem entrar diretamente nas etapas finais da “esteira”, com projetos direcionados ao escalonamento, otimização ou industrialização.

Qual a diferença de custo entre manter um laboratório interno e contratar R&D as a Service? Estudos de mercado indicam que o modelo de R&D as a Service pode reduzir os custos totais de P&D em cerca de 50% a 70%. Estruturas próprias exigem investimentos fixos e contínuos em infraestrutura, equipamentos, equipe especializada, custos operacionais, além de riscos de ociosidade e subutilização. No modelo de R&D as a Service, o investimento ocorre por projeto, com acesso imediato à infraestrutura e expertise altamente especializadas, trazendo maior previsibilidade de custos, flexibilidade, escalabilidade e redução de riscos tecnológicos.

Como funciona a etapa de transferência e implementação da tecnologia no cliente? A transferência e implementação é estruturada de forma flexível e pode seguir modelos complementares, conforme a natureza da solução. Quando a tecnologia está centrada no micro-organismo, como uma levedura, a BIOINFOOD é capaz de industrializá-la e fornecê-la em escala por meio do parceiro industrial BioX. Já nos casos em que a inovação envolve também o bioprocesso, a BIOINFOOD atua no suporte técnico e na engenharia básica, desde a definição de escopo e premissas até a elaboração do pacote de RFQ (Request for Quotation), viabilizando a implementação segura e eficiente.

Quer acelerar sua inovação sem burocracia? A BIOINFOOD é sua parceira para transformar desafios biotecnológicos em produtos de mercado.

Fale com nossos especialistas e descubra como podemos impulsionar seus projetos.

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